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Conduta consciente em ambientes naturais

Excursionismo de Mínimo Impacto (Textos produzidos pelo Programa Nacional de Áreas Protegidas – Ibama)

Planejamento é Fundamental

– Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.
– Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
– Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
– Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.
– Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.
– Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

Você é responsável por sua segurança

– O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.
– Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para adicionar o resgate, caso necessário.
– Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.
– Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e uma bússola) e primeiros-socorros. Para tanto, procure os clubes excursionistas, escolas de escalada etc.
– Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros-socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.
– Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.

Cuide das trilhas e dos locais de acampamento

– Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas – não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.

– Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.

– Acampando, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.

– Não cave valetas ao redor das barracas, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.

– Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova ao acampar.

Traga seu lixo de volta

– Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.

– Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!

– Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.

– Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover a vegetação.

Deixe cada coisa em seu lugar

– Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.

– Resista à tentação de levar “lembranças” para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.

– Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias.

Não faça fogueiras

– Fogueiras matam o solo, enfeiam os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais.

– Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.

– Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.

– Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem.

– Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas a madeira morta encontrada no chão.

– Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.

7 - Respeite os animais e as plantas

– Observe os animais a distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

– Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e equipamentos.

– Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.

8 - Seja cortês com outros visitantes e com a população local

– Ande a acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza favorece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.

– Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.

– Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.

– Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Documentação

Documentação – Como tirar passaporte?

Os passaportes brasileiros são fornecidos pela DPMAF ( Departamento de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras )

Endereço: Avenida Prestes Maia, 700 Fone: (11) 3616-5166 Horário de Funcionamento: das 08:00 às 16:00 de segunda à sexta

Documentos necessários: RG, Título de eleitor, Certificado de reservista, 2 fotos 5×7 com data e fundo branco, 2 últimos comprovantes de voto, Certidão de casamento, CIC/CPF, Formulário preenchido ( adquirido em papelarias comuns ) Se for estrangeiro apresentar Certidão de Naturalização Original

Para menores de idade: RG, Certidão de nascimento, 2 fotos 5×7 com data e fundo branco, RG dos pais, CIC dos pais, Formulário preenchido

Taxa R$ 89,71 Para 2ª via a taxa é de R$ 179,42

Observação: O Turista, pode ainda, emitir o seu passaporte nas Agências do Correio ou Despachantes em Geral.

Documentação – Onde tirar passaporte?

Superintendência Regional de São Paulo Superintendente: DPF Jose Ivan Guimarães Lobato

Endereço: R. Hugo D’Antola, 95 – Lapa de Baixo – São Paulo-SP / CEP 05038-090 PABX: (0xx-11) 3616-5000 Fax: (0xx-11) 3616-6187 E-Mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Documentação – Carteira Internacional de Habilitação

mbora não seja uma exigência de todos os países, é recomendado que se tire a Carteira Internacional de Habilitação antes de dirigir um carro no exterior. Geralmente, às locadoras de carro basta a Carteira Nacional de Habilitação (C.N.H.), validada, dos brasileiros para se alugar um automóvel. Mas, em caso de acidente, a versão internacional do documento facilita muito. Principalmente, se você estiver em um país que fala um idioma diferente do seu.

Além de estabelecer o direito de conduzir em outro país pelo período de um ano, a carteira internacional de habilitação, que está de acordo com as regras da convenção internacional de trânsito, traz as informações do motorista em inglês, francês, espanhol, russo, árabe, chinês, alemão e português, o que garante a comunicação com qualquer policial.

Onde é aceita?

A princípio o documento é aceito por todos os países que participaram da Convenção de Trânsito de 1968. No entanto, nem todos os países exigem a Carteira Internacional de Habilitação e outros não a reconhecem. Por isso, antes de embarcar cheque com o consulado do país que você deseja visitar os documentos necessários para conduzir veículos. Mas saiba que a carteira internacional é aceita nos Estados Unidos e países da Europa. Como tirar Não é preciso fazer exames. Cheque com o Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de seu Estado os endereços dos lugares que emitem a Carteira Internacional de Habilitação. Leve com você duas fotos 3X4 iguais e recentes, uma cópia autenticada do RG e da C.N.H. e uma cópia simples do comprovante de residência. Além disso, você deverá preencher um formulário e pagar uma taxa cujo valor varia de acordo com o lugar que presta o serviço

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